The world just keeps getting smaller…
But happilly, I’m still the same. The same old me.
Whatever that means.
Gym Class Heroes – Cupid’s Chockehold
Call it dumb, call it luck, call it love, or whatever you call it but
Everywhere I go I keep his picture in my wallet like here
And that’s it for today :p
Gym Class Heroes . The Queen and I
Recorda-me noites sem responsabilidades, testes, nem aulas no dia seguinte…
Dias bons
=)
No fundo, no fundo, sei que vai correr algo mal. Sempre. Espero o melhor, mas sei que algo vai acontecer. Irracionalidades femininas, talvez. É bom ver que nem sempre tenho razão
I feel like smiling :)
Hoje apetece-me sorrir. Não que a vida seja bela, mais hoje do que o habitual. Sei o porquê. É bom sorrir, e estar feliz, sobretudo quando há a possibilidade de algo grande, e bom.
Mas é bem verdade, a vida é, de facto, bela
e vale pelas pequenas coisa (mas também pelas grandes :p)
PS.: Parabéns bebé
Untitled
“Nas horas que se desagregam, que desfio entre os meus dedos parados, sou a que sabe sempre que horas são, que dia é, o que faz hoje, amanhã, depois. Não sinto deslizar o tempo através de mim, sou eu que deslizo através dele e sinto-me passar com a consciência nítida dos minutos que passam e dos que se vão seguir. Como compreender a amargura desta amargura? Onde páras tu, ó Imprevisto, que vestes de cor-de-rosa tantas vidas?”
Florbela Espanca
.
E porque às vezes “I’m a bitch in the afternoon”:
Flaws and all – Beyoncé
I’m a train wreck in that morning
I’m a bitch in tha afternoon
Every now and whitout warning
I can be really mean towards you
I’m a puzzle yes in deed
Ever complex in everyway
And all the pieces aren’t even in the box
And yet, you see the picture clear as day.
chorus
I don’t know why you love me
And that’s why I love you
Catch me when I fall
Accept my flaws and all
And that’s why I love you
And that’s why I love you
And that’s why I love you
And that’s why I love you
I neglect you when I’m working
When I need attention I tend to nag
I’m a host of imperfection
And you see past all that
I’m a peasant by some standards
But in your eyes I’m a queen
You see potential in all my flaws
And that’s exactly what I mean.
I don’t know why you love me
And that’s why I love you
Catch me when I fall
Accept my flaws and all
And that’s why I love you
And that’s why I love you
And that’s why I love you
And that’s why I love you
I’m a train wreck in that morning
I’m a bitch in tha afternoon
Every now and whitout warning
I can be really mean towards you
I don’t know why you love me
And that’s why I love you
Catch me when I fall
Accept me flaws and all
And that’s why I love you
And that’s why I love you
And that’s why I love you
And that’s why I love you
Personagem irritante
Existe uma miúda que conheci há uns tempos. Todos a conhecem, mas ninguém tem opiniões acerca dela. Apenas certezas. Mais do que as dela, que nem sabe bem o que anda a fazer. Tudo é conhecido nas cabeças dos outros, mas são tudo erros.
Esta história já é antiga. Ela não o sabia, mas ia sentindo que algo não fazia sentido. Não se sentia em casa, porque não a viam como era. Viam alguém diferente, alguém em quem ela se foi transformando aos poucos. Tornou-se também ela certa de pequenas coisas, talvez erradas, mas aos seus olhos infalíveis. Lutou, lutou sempre em busca da vitória, de uma vitória que nem era sua, mas da rapariga que encarnara e com quem não simpatizava. Ainda havia pequenos momentos em que “regressava”, sem sequer notar, e tudo era tão bom e natural. Mas logo havia a chamada para mais uma luta. E como ela não suportava perder. E como lutava bem! Não ligava a ferimentos nem pequenos recuos, tinha apenas na cabeça o seu objectivo. No final, ninguém ganhava, ela sabia-o bem. Mas que importa isso? No momento, nada. Mas as dores vêm depois.
Depois de tanta luta, não se recua, e não se desiste. Não se revela a fraqueza, não se ajuda o inimigo. Não se pede ajuda. Luta-se até à morte. Sempre sem ganhar nada, ainda que fosse vencedora. Muito pelo contrário…
Viveu sempre lutando com quem se cruzava, a sua vida tornou-se uma luta, com todos e consigo mesma. Tentou mudar, mas sabia defender-se demasiado bem. “Porquê parar enquanto estou a vencer?”.
Aos poucos, deixou de ter com quem lutar. Recordo-me bem de sentir pena, e de saber exactamente o que faria no seu lugar. Sei também que o que é fácil de dizer, é por vezes impossível de fazer.
Vejo-a com mais frequência do que gostaria (há que admitir que não é a melhor das companhias). Mas não consigo controlar em que esquina decide voltar, e os caminhos que percorre são os meus. Evito-a, mas sinto-me perseguida. Fujo, e escondo-me, mas já nem isso faz sentido. Tornou-se tudo num jogo. Jogamos, ela às escondidas, e eu pelo vida e tudo o que nela amo. Canso-me, e penso que desistiu. Mas logo está de volta. Não a quero cá, nem eu nem quem interessa. Ela sabe, mas insiste. É odiada, é uma pessoa má. Compreendo-a, mas nem por isso posso deixar de a repreender e de desejar que se vá.
Estou farta de “brincar”, estou farta de lutar. Mas que fazer, se ela é mais forte do que eu?
