Sono…
Tenho sono e vou dormir. Não é preguiça, é mesmo sono… Daqui a poucas horinhas já estou a pé… Again..
O mundo em Pause Mode
Vou imaginar, por uns momentos, o mundo em Pause Mode, que é como quem diz, em pausa.

End of Pause Mode. Feeling Sad.
Mudanças
Hoje fui à missa. Não punha lá os pés desde……. A Páscoa. Fui sozinha, e de livre vontade.
Soube-me bem. Apesar de custar a perceber o padre e de estar cheia de sono, acho que valeu a pena
Pode-se ser que se torne novamente um hábito!
Já é o terceiro post seguido. Vá-se lá saber porquê, mas não me apetece estudar.
Músicas com significado
Sou daquelas ingénuas que acreditam que as músicas têm uma mensagem.
Para alguns, o facto de as músicas terem um significado especial e de a letra ser o resultado de sentimentos verdadeiros do autor é treta. Para mim, também não é bem assim.
Há músicas construídas para vender, ocas, e que apenas soam bem ao ouvido. Mas também é verdade que há outras que nos tocam.
Quem é que nunca chorou, ou esteve lá perto, ao ouvir uma música especial? Bem, talvez muita gente, mas eu já. Seja qual for a intenção do autor, para mim, há músicas, e em especial letras, que têm grande significado. Trazem recordações antigas, boas ou más, fazem pensar em tanta coisa…
Há uns anos atrás, houve uma música que entrou para sempre para a lista das minhas favoritas. Acho-a linda, recorda-me tanta coisa, e uma pessoa, muito especial na altura, e que foi também a que me fez conhecê-la. Hoje, esta pessoa é apenas uma recordação, já não me afecta, nem faz bater o meu coração… Mas não posso dizer o mesmo da música. Traz os sentimentos de antigamente, adapta-os ao presente, e ainda me põe lágrimas no olho.
A música é Here Without You, dos 3 Doors Down. Foi também com esta música que conheci a banda e me tornei fã! Aqui fica o vídeo:
Já agora, outra de que gosto muito, Hey there Delilah, dos Plain White T’s:
Sinto-me inútil…
Custa-me ver as pessoas de quem mais gosto a sofrer, sobretudo porque não posso fazer nada para as ajudar, para as fazer sentir melhor. As palavras não resolvem tudo.
Custa-me ver-te perdida, com o tempo a acabar, sem saber o que fazer. Mas o que posso eu fazer? Fiz o que podia, agora é contigo, não há nada mais que possa fazer. Não te alegra saber que eu acho que em breve vai acabar e terás descanso, porque até lá ainda vem o pior, ainda te espera muito trabalho. Sei que não ajudam palavras de apoio, eu conheço a sensação. Quero apenas que saibas que estarei aqui, quando tudo isto acabar, qualquer que seja o final.
Adoro-te mana
Protesto Anti-Tabaco
Hoje passei por uma senhora com aparente idade para ser avó. Estava a fumar à porta de um café, porque, com a nova lei, não podia fumar lá dentro (por causa disto, o “ar livre” passou a ser uma nuvem de fumo, sendo impossível andar num passeio sem fumar o cigarro dos outros). Não sou médica, mas era óbvio que tinha excesso de peso.
- Sim, x filhos e y netinhos.
- E gosta deles, são chegados?
- Sim.
(seria estranho que respondesse o contrário, mas nunca se sabe)
- E já agora, desculpe a curiosidade, que idade tem?
- Sessenta/setenta e qualquer coisa.
- Hoje em dia, morre-se cada vez mais cedo… É uma pena, sabe que qualquer dia vai deixar de estar com os seus filhos e netos… É triste…
- Pois é, custa pensar nisso…
- Então, porque é que está aqui fora a fumar? Quer acabar depressa o tempo que tem com a sua família? A senhora não é nova, não está em forma, e fuma. Aparentemente, quer morrer cedo e odeia as pessoas próximas! Se diz que não, por que o faz? Não tem gosto pela vida? Pensa que só acontece aos outros? Não tem vergonha? Já não tem idade para ser sensata?
- Não consigo deixar, não tenho culpa!
- Tem culpa, em primeiro lugar, por ter começado. Não há nada, a meu ver, sedutor em respirar fumo, e ficar com aquele cheiro horroroso. Queria ver como era? É estúpido. Apenas isso. E agora, porque não deixa? É a senhora, voluntariamente, que põe cigarro atrás de cigarro na boca! Quem é que a obriga? Diz que não se sente incentivada para parar? Pense nos seus filhos, e nos seus netos. Pense na morte lenta e dolorosa que a espera. Pense, e mude. Agora!
É claro que na realidade este discurso seria muito diferente, a não ser que eu quisesse matar a senhora do coração. Mas acho mesmo que algumas destas pessoas só assim, à bruta, é que iriam mudar. Tenho pena de quem só vive se tiver por perto aquele pacotinho. De quem tem este vício. Confesso que sou um pouco viciada em café, mas não bebo 1o por dia, não ponho em risco o meu coração nem afecto quem está à minha volta enquanto o bebo, o que não acontece quando alguém está a fumar! Fumem à vontade, mas fechados em casa, longe de quem não quer morrer cedo! Acordem!!
Estou raivosa!
Quando for Ministra De Qualquer Coisa De Portugal, proíbo o consumo de tabaco! E acaba-se a tosse.
Quanto mais (de)pressa,…
Mais devagar…
Parece que à medida que o tempo passa, certas partes do meu cérebro vão deixando de funcionar, até que fico completamente bloqueada, que é como tenho estado nos últimos dias.
Levo uma eternidade a fazer exercícios que deviam ser óbvios, e por erros de cálculo estúpidos e constantemente repetidos.
Grrrrr….
O tempo passa, mas as páginas dos livros de exercícios não passam à mesma velocidade. Stress!
Hipocondria
É possível que sofra levemente de hipocondria.
Mas de uma variante do conhecido distúrbio (para quem este não é assim tão conhecido: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipocondria).
Sou hipondríaca para as doenças do foro psicológico. Se estou triste, estou com uma depressão, não consigo mesmo sair da cama, estou mesmo com sono, tenho um esgotamento, tenho um grave problema de ansiedade, etc, etc.
Talvez por isso tenha pensado seguir Psicologia, para me “curar”. Mudei de ideia em relação ao curso, mas mantenho esta pequena pancada :p
Mais um post a propósito de nada… Estava a pensar nisto.
Pancadas.
Poemas & Sushi Baby
Hoje escrevi um poema. Não escrevia há muito tempo…
Aproveitei para ler uma vez mais coisas do passado.
Tantos medos que passaram, tanto que mudou…
Mas o que sinto por ti ainda se mantém.
É curioso, lembrei-me do que sentia ao escrever todas aquelas linhas…
O medo de vir para Lisboa, o medo de falhar. Tudo isto apenas há um ano atrás. Nem eu sonhava…
Escrevi um, dias depois do nosso início, uns pelo meio, e outro um ano depois, no primeiro aniversário. Este ano não escrevi nada… Mas espero que não tenha ficado nada por dizer
foste a única pessoa a quem mostrei o meu caderninho, e sabes que tudo o que está lá a teu respeito é verdade! Há coisas que gosto de escrever, apenas, mas adoro dizer o quanto te amo
E se não o escrevi, sei que o disse, e digo, todos os dias, e sempre que o mereces… Sempre que me beijas, e me fazes sorrir, e esquecer do resto. Sempre, e, espero, para sempre! AMO-TE!
A propósito… Aqui fica mais uma letra de uma música:


